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História do Contra-Baixo :

Posted on 31 julho 2009 - 0 comentários -


O contrabaixo tem suas origens remotas na Baixa Idade Média, período compreendido entre o Cisma Greco-Oriental (1054) e a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos (1453). Descendente de uma família chamada "violas", que se dividia em dois grupos, violas de braço e violas de pernas, o contrabaixo é hoje o herdeiro maior e de som mais grave deste segundo grupo.

Por volta de 1200, o nome gige era usado para destinar tanto a Rabeca, instrumento de origem árabe com formato parecido com o alaúde como a guitar-fiddle (uma espécie de violão com o formato semelhante a um violino). No Sacro Império Romano Germânico, quase todos os instrumentos eram chamados pelo nome de gige, havendo a gige pequena e a grande. A música executada neste período era bastante simples, as composições situavam-se dentro de um registro bastante limitado e no que tange à harmonia, as partes restringiam-se a duas ou três vezes. Era muito comum instrumentos e vozes dobrarem as partes em uníssono.

Com o passar dos anos, o número de partes foi expandido para quatro.
Aproximadamente na metade do séc. XV, começou-se a usar o registro do baixo, que até então era desconsiderado. Com esta nova tendência para os graves, os músicos precisavam de instrumentos especiais capazes de reproduzir ou fazer soar as partes graves. A solução encontrada pelos construtores de instrumentos, os luthiers, foi simplesmente reconstruir os instrumentos existentes, mas em escala maior. Ocorre, então, uma evolução técnica e artística de um instrumento em conjunto com a história da música. Assim, a evolução no número de partes da harmonia trouxe a necessidade de se criar outros instrumentos que desempenhassem satisfatoriamente aquela nova função.

De qualquer modo, seu ancestral mais próximo foi o chamado violine, que no início do séc. XVII tornou-se o nome comumente designado à viola contrabaixo, mas apenas na metade do séc. XVII o nome do contrabaixo separou-se do violine. E começou a ter vida própria. Entretanto, até a metade do séc. XVIII o instrumento não era utilizado em larga escala, tanto que em 1730 a orquestra de J. S. Bach não contava com nenhum contrabaixo. Ainda faltava um longo caminho para a popularização.

Com o desenvolvimento da música popular no final do séc. XIX, principalmente no que diz respeito ao jazz, inicia-se assim a introdução do contrabaixo com uma inovação: ele não era tocado com arco... apenas com os dedos a fim de que tivesse uma marcação mais acentuada.

O jazz se populariza e durante toda a primeira metade do séc. XX, o baixo só pode ser imaginado como uma imenso instrumento oco de madeira usado para bases de intermináveis solos de sax, se bem que era usado também no princípio do blues e do mambo (estou falando de antes da 2º Guerra Mundial).

Assim foi até que em 1951, um norte-americano chamado Leo Fender cria um baixo tão elétrico quanto a guitarra elétrica que também criou. O primeiro modelo foi denominado Fender Precision, e o nome não era casualidade: frente aos tradicionais contrabaixos, com o braço totalmente liso, o novo instrumento incorporava trastes, assim como suas guitarras.

Parece uma bobagem, mas o detalhe dos trastes faz com que a afinação do baixo seja muito mais precisa, eis aí a origem do nome. Mas a revolução fundamental que representa o baixo elétrico frente ao contrabaixo é a amplificação do som. Se a solução antigamente havia sido aumentar a caixa de ressonância, transformando o violino em um instrumento imenso e com cordas muito mais grossas, desta vez a solução foi inserir uma pastilha eletromagnética no corpo do instrumento para que o som fosse captado. Além do mais, a redução do tamanho do instrumento permitiu aos baixistas transporta-lo com mais comodidade, e poder viajar no mesmo ônibus dos outros músicos portando seu próprio instrumento.

Mas nem tudo seria apenas vantagem, sobretudo para aqueles que tocavam baixo, mas não eram realmente "baixistas". Até então, o contrabaixo era o instrumento que todos acreditavam serem capazes de tocar, principalmente porque não se ouvia, de modo que muitos mais representavam em palco do que realmente tocar o baixo. A amplificação trouxe à tona quais eram os verdadeiros baixistas.

Deve-se dizer que antes de 1951, na década de 1930, houve arriscadas e valentes tentativas de se fazer o mesmo, principalmente por parte de Rickenbacker. Mas se mencionei o Precision de 1951 como o primeiro baixo elétrico é porque é o primeiro que se pode considerar como tal, já que o anterior entraria na categoria de protótipos. Como é lógico, depois vieram outros modelos (como o Jazz Bass, também de Fender), as imitações, etc. Mas o significativo é que você pode comprar hoje em dia um Precision com quase as mesmas características que aquele, pois a maioria dos baixos atuais se baseiam em seu desenho.

Os músicos de jazz e blues, a princípio, acharam a idéia interessante mas mantiveram-se em seu tradicionalismo. Somente muitos anos depois o baixo elétrico seria tão popular no jazz e no blues quanto o acústico. No caso do blues, ele surgiu assim que Muddy Waters introduziu a guitarra neste ritmo, ainda que seu baixista, o mitológico Willie Dixon usasse um acústico. No caso do jazz, o baixo elétrico só veio à tona com Miles Davis.

Nos anos 60, o papel do baixista segue sendo, basicamente, o mesmo que nos anos 50: um suporte harmônico de fundo. A partir de 1967, o baixo elétrico começa a aparecer, fundamentalmente no rock'n roll. O melhor exemplo talvez seja o disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Aqui já podemos começar a falar de linhas de baixo de temas pop, tal como os conhecemos atualmente. É prova disto o Festival de Woodstock em 1969.

Os anos 70 apresentam a maturidade do baixo. Os produtores começam a prestar mais atenção no potencial do instrumento e o contrabaixo assume uma importância maior, como no surgimento da disco music. É fundamental também o surgimento do rock progressivo, o jazz fusion, o latin rock, o heavy metal, o punk, o reggae, o funk e a soul music. O baixo acústico se limita apenas aos setores mais tradicionais, como jazz, blues e ritmos tipicamente latinos, assim mesmo já rivalizando com o elétrico. E é claro, a popularização do fretless, o baixo elétrico sem trastes.

O desenvolvimento da década de 80 apresenta a maturidade de alguns estilos musicais e o desaparecimento de outros. Percebe-se neste período que o baixo já não é imprescindível, e que pode facilmente ser trocado por um sintetizador. A massificação da dance music (pária da disco music) deixa de lado o contrabaixo, ainda que sua linha ainda esteja presente, mesmo que sintetizada. Mas isto não acontecia apenas com o baixo, mas também com a guitarra e a bateria, já que o sintetizador era o instrumento fetiche do início da década.

Para felicidade nossa, esta tendência de trocar todos os instrumentos por um só foi passageira. E os grupos voltaram, sejam eles de rock ou jazz, tanto o baixo elétrico quanto o acústico estavam novamente no palco. Nem todos estavam concordando com a massificação dos sintetizadores, principalmente produtores mais atentos e a revista Bass Player. O jazz começava a abrir um campo especificamente voltado para o contrabaixo elétrico, e assim o instrumento se desenvolveu com uma rapidez imensa tornando-se hoje um dos mais importantes instrumentos musicais da música moderna.


MAS E O BAIXO ELETRICO?



The image “http://baixista.com.br/images/baixos/fender-51-precision-bass_p.jpg” cannot be displayed, because it contains errors.O primeiro baixo-elétrico a ser produzido em massa foi desenvolvido por Leo Fender, o conhecido fabricante de guitarras. A mudança do formato do instrumento, para algo parecido com uma guitarra e a utilização de trastes facilitaram seu uso. O primeiro Fender Precision Bass foi vendido em 1951. Outro modelo lendário, o Fender Jazz Bass foi lançado em 1960.


Em seguida, outras companhias como a Gibson, a Danelectro e várias outras começaram a produção de seus modelos próprios de baixos elétricos. Isso permitiu aos baixistas variar os sons e o visual para adequar às suas bandas. Este trabalho continuou, e muitas outras companhias e luthiers continuaram o trabalho de Leo Fender.


Até os anos cinqüenta, sempre que um baixista arrumava um trabalho, era sempre o mesmo drama para carregar um gigante de madeira, desajeitado e pesado, até o local do show. Se fosse em outra cidade, o risco que todos os músicos correm até hoje: o descaso dos funcionários do trem, ônibus, navio ou avião com o transporte da bagagem. Sobrevivendo à viagem, havia ainda o problema do volume um tanto discreto do instrumento não microfonado, bem como execução e entonação do contrabaixo, com sua longa escala sem trastes e cordas.

Foi então que um homem mudou para sempre o mundo da música dando ao contrabaixo um status até então desconhecido. Leo Fender, um técnico em eletrônica de 42 anos do sul da Califórnia, lançou, no fim de 1951 o mais revolucionário instrumento musical do século XX. Inspirado na guitarra elétrica Telecaster, a primeira de corpo sólido com características contiporâneas, que ele colocara no mercadoapenas um ano antes, Fender criou a guitarra baixo elétrica, ou simplesmente baixo elétrico.



Batizado Precision (pelos trastes em sua escala de 34 polegadas que permitiam precisão nas notas), o instrumento rapidamente tornou-se conhecido entre os músicos, passando a ser chamado por eles de Fender Bass por algum tipo. O tamanho da escala, considerado ideal até hoje, foi escolhido após muitas pesquisas e testes de erro e acerto por Leo e seu companheiro, George Fullerton. As escalas de 30 polegadas não permitiam que a corda vibrasse o esperado para produzir um bom som e a de 36 polegadas dificultava o músico, pelo tamanho das casas.

Seu desenho era arrojado e totalmente diverso do contrabaixo tradicional, assim como das tentativas fracassadas feitas anteriormente por Ampeg, Gibson, Audiovox e Regal. Seu corpo era feito em ash, com dois recortes, para permitir o acesso às notas mais agudas. O braço, em maple, era fixado ao corpo por quatro parafusos. As tarraxas Kluson se alinhavam em um só lado da mão e o som era transmitido a um captador em Alnico (liga de alumínio, níquel e cobalto), com controles de volume e tonalidade.

O Fender Bass era ligado a um amplificador desenhado especialmente por Fender para reproduzir as freqüencias mais baixas dos instrumentos, o Bassman Amp, lançado na mesma época. O baixo elétrico nasceu pronto, si que fosse necessária nenhuma evolução, ao contrário das constantes mudanças ocorridas com a guitarra, o órgão e até mesmo a bateria. Se você tiver curiosidade de comparar o Fender Precision 51 com um modelo atual, verá que as modificações feitas foram meramente cosméticas ou ocasionadas pelo natural desenvolvimento tecnológico, si alterar a concepção inicial. Não houve, na verdade, um protótipo, mas um modelo perfeito e definitivo.


HISTÓRIA DA MÚSICA

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A Antigüidade

Muitas obras de arte da Antigüidade mostram músicos e seus instrumentos, entretanto não existem conhecimentos sobre como os antigos faziam seus instrumentos. Apenas umas poucas peças completas de música da Antigüidade ainda existem, quase todas do povo grego.

Egito - Por volta de 4.000 a.C., as pessoas batiam discos e paus uns contra os outros, utilizavam bastões de metal e cantavam. Posteriormente, nos grandes templos dos deuses, os sacerdotes treinavam coros para cantos de música ritual. Os músicos da corte cantavam e tocavam vários tipos de harpa e instrumentos de sopro e percussão. As bandas militares usavam trompetes e tambores.

Palestina - O povo palestino provavelmente não criou tanta música quanto os egípcios. A Bíblia contém a letra de muitas canções e cânticos hebraicos, como os Salmos, onde são mencionados harpas, pratos e outros instrumentos. A música no templo de Salomão, em Jerusalém, no século X a.C., provavelmente incluía trompetes e canto coral no acompanhamento de instrumentos de corda.

China - Os antigos chineses acreditavam que a música possuía poderes mágicos, achavam que ela refletia a ordem do universo. A música chinesa usava uma escala pentatônica (de cinco sons), e soava mais ou menos como as cinco teclas pretas do piano. Os músicos chineses tocavam cítara, várias espécies de flauta e instrumentos de percussão.

Índia - As tradições musicais da Índia remontam ao século XIII a.C.. O povo acreditava que a música estava diretamente ligada ao processo fundamental da vida humana. Na Antigüidade, criaram música religiosa e por volta do século IV a.C. elaboraram teorias musicais. Os músicos tocavam instrumentos de sopro, cordas e percussão. A música indiana era baseada num sistema de tons e semitons; em vez de empregar notas, os compositores seguiam uma complicada série de fórmulas chamadas ragas. As ragas permitiam a escolha entre certas notas, mas exigiam a omissão de outras.

Grécia - Os gregos usavam as letras do alfabeto para representar notas musicais. Agrupavam essas notas em tetracordes (sucessão de quatro sons). Combinando esses tetracordes de várias maneiras, os gregos criaram grupos de notas chamados modos. Os modos foram os predecessores das escalas diatônicas maiores e menores. Os pensadores gregos construíram teorias musicais mais elaboradas do que qualquer outro povo da Antigüidade. Pitágoras, um grego que viveu no século VI a.C., achava que a Música e a Matemática poderiam fornecer a chave para os segredos do mundo. Acreditava que os planetas produziam diferentes tonalidades harmônicas e que o próprio universo cantava. Essa crença demonstra a importância da música no culto grego, assim como na dança e nas tragédias.

Roma - Os romanos copiaram teorias musicais e técnicas de execução dos gregos, mas também inventaram instrumentos novos como o trompete reto, a que chamavam de tuba. Usavam freqüentemente o hydraulis, o primeiro órgão de tubos; o fluxo constante de ar nos tubos era mantido por meio de pressão de água.

OCT PUBLICA...

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IMPROVAVEIS CONEXÕES - SAMBA E BLUES

Os negros norte-americanos, enquanto laboravam nos campos de algodão, cantavam. As canções de trabalho (work songs) eram na verdade quase gritos vindo de plantações dos Estados do sul norte-americano.

A tristeza das melodias entoadas pelos escravos ajudou na elaboração do nome desse tipo de música: “The Blues”. É importante ressaltar que , além de significar “azul”, tal palavra também pode ser traduzida como “tristeza” e “melancolia”.

As letras do chamado Blues discorriam sobre vários temas, tinha tom irônico, bom humor, sensual idade mas, paradoxalmente, era melancólico. Por muitas vezes com temas religiosos e carregado de poesia, esse tipo de canto funcionava como uma válvula de escape para o sentimento de tristeza decorrente daquele tipo de existência encarcerada.

Entrementes, os negros escravizados no Brasil, nos raros momentos de lazer, batucavam e dançavam ao som do Lundu, ritmo africano nascido na Angola e no Congo . A dança era descrita na época como libidinosa e indecente.

Como o passar do tempo esse ritmo começou a misturar-se com outros ritmos mais populares entre os brancos, como o maxixe, e a ser acompanhado por violão. Por causa disso tornou-se mais popular e entrou nos salões de dança da época.

O Blues foi o elemento decisivo para o surgimento do rock, ritmo mais popular americano, assim como o Lundu foi essencial para o surgimento do nosso mundialmente popular Samba.

Com certeza uma das principais características em comum é que essas manifestações musicais foram maneiras de amenizar e até ‘racionalizar’ a condição de vida do trabalho escravo de um povo de cultura rica que veio a este novo continente para viver uma vida sub-humana.

Mas há outros pontos de ligação entre o bluesman e o sambista:

A figura do malandro no samba (olha que falo de malandro, gente bamba de verdade) é também muito parecida com a do bluesman: terno, gravata, chapéu, cabelo com gumex (tipo de ‘gel’ para cabelo), sapato bicolor brilhante, sorriso faceiro, dosagem alcoólica nem sempre bem controlada, fidelidade à vida boêmia, mas nem sempre a monogamia , gírias e vida dedicada à música que, apesar de suas particularidades, guardam muitas semelhanças em alguns temas:

  • Vida boêmia:

“My feet is sore /I can’t hardly wear my shoes / out last night, wild women /and it give me the big nigth blues” (Big Night Blues, Blind Lemon Jefferson)

“No dia em que apareci no mundo / juntou uma porção de vagabundo da orgia / de noite teve samba e batucada / que acabou na madrugada...” (Na batucada da vida , Ary Barrosso)

  • Mulheres:

“Now we played on the sofá / Now we played beside beside the wall / my needles have got rustly, baby / they Will not play at all” (Gramophone Blues, Robert Johnson – o gramofone como uma metáfora)

“Já tive mulheres de todas as cores / De várias idades de muitos amores / Com umas até certo tempo fiquei / Pra outras apenas um pouco me dei...” (Mulheres, Martinho da Vila)

  • Tristeza:

“When the train /rolled upthe station I looked her in the eye / well I was lonesome / and I could not help but cry / all my Love in vain...” (Love in vain, Robert Johnson)

“A luz negra de um destino cruel / Ilumina o teatro sem cor / onde estou desempenhando / o papel de palhaço do amor” (Luz negra, Nelson Cavaquinho)

UM POUCO DE HISTÓRIA

Posted on 23 julho 2009 - 0 comentários -






ALQUIMIA : A PRECURSORA DA QUIMICA


Após Aristoteles, a Grécia passou por um agitado periodo politico,e gradualmente a cidade egípcia de Alexandria assumiu a liderança cientifiaca da época .Lá , encontraram-se frente a frente a filosofia de grega ,a tecnologia egípcia e as misticas religiões orientais.
Disso tudo nasceu a alquimia,uma mistura de ciência,arte e magia,que floresceu deurante a idade média,tendo uma dupla preocupação :a busca do "elixir da longa vida",que garantiria a imortaliadade e a curadas doenças do corpo,a descoberta de um método de trasmutação de metais comuns em ouro (trasmutação), que ocorreria na presença de um agente conhecido como a "pedra filosofal" .

A procura pelo ouro era motivada por razões econômicas,mas porque ele,com sua resistencia a corrosão ,representava a perfeição divena.Contudo muitos charlatães se aproveitaram de ancenações simulando a trasmutação para enriquecer à custa da boa fé de alguns (ingênuos) adeptos da alquimia.
Na China,as especulações dos alquimistas conduziam ao dominio de muitas técnicas de metalurgia de descoberta da póvora.Os chineses os chenese foram os inventores dos fogos de artíficios e os primeiros a usar a póvora em combate, no século X.
Nenhum dos dois objetivos da alquimia foi conseguido.Contudo muiutos muitos progressos no conhecimento das substâncias provenientes de minerais e vegetais foram obtidos no ocidente e no oriente.prepararam-se substâncias como ,por exemplo ,ácido nitrico (chamado na época de aqua for-tís e ácido sulfurico .
No século XVI , o suiço Theophastus propôs que a alquimia deveria se preocupar-se principalmente com os aspctos médicos em suas investigações .Segundo ele, os processos vitais podias ser interpretados e modificados com o uso de substancias quimcas.Sua contribuição no diagnóstico e no tratamento de algumas doençasfoi digna de nota.

MAS A FINAL O QUE A QUIMICA TEM HAVER COM A MÚSICA?


Eu (josa ) no decorer do curso de quimica que eu faço , observei algums pontos na história da química e que tem algo em comum com a música , no estudo da música em si.
No inico da construção da tabela periodica ,os elementos erão montados em tríades .
Até que em em 1864 Newlands ,um químico inglês nascido em 1837, em Southwark, Londres,obsevou que havia uma relações numéricas entre elementos e grupos de elementos parecidos. Por exemplo, via O = 8, e S como 8 + 8 (hoje o oxigênio é considerado 16, o enxofre 32, em números redondos), e assim vai. Newlands publicou uma tabela dos elementos conhecidos onde cada oitavo elemento parecia com o primeiro, e isso acabou virando a famosa "lei das oitavas", em analogia com a escala musical.



"A única relação entre a Química e a Música é que ambas dependem da criatividade de quem as estuda. Podemos dizer, então, que a teoria Química também é uma forma de arte."

Dimitri Mendeleev (1834-1907)